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Sexta-feira, 28 de Agosto de 2009

Capitulo 4

Divulgação: http://musso-jonas-stories.blogspot.com/
 

Capitulo::

Passou tanto tempo… e eu sem me mexer sequer…
Que nojo! Estava lá há pelo menos 2 semanas… pode parecer pouco mas para mim era uma eternidade… Especialmente sentir o meu pai a sofrer, era horrível… Maldoso!
O meu pai ia lá todos os dias… e todos os dias com foz de choro…
Ao menos os meus sentidos estavam a melhorar… já ouvia com mais…nitidez! Já sentia… mas continuava se me mexer… sem conseguir falar…
Mais um dia… igual a tantos dias, ou então podia ser diferente! Nunca sabia, nunca…
Senti alguém entrar, o meu pai, provavelmente. Pelo respirar era ele. Sentou-se ao meu lado, pelo menos foi assim que eu entendi o movimento. Deu-me a mão.
-Sel… - Disse ele ligeiramente abalado… mas não tanto como de costume. Fiquei contente o meu pai estava melhor.
Voltei a tentar mexer a mão, mas… desta vez!! Eu consegui! EU CONSEGUI!! Finalmente!! Estava eufórica!!
Ouvi o meu pai a chamar o médico… Abri os olhos com dificuldade… a visão estava um bocado desfocada… mas devia passar… AU! Doi-me a perna!
- Pai?!- Disse com um tom de foz estranho
- Sim… Selena! Sentes-te bem? – Perguntou Jesen preocupado.
- Sim… Só me dói a perna… - Disse praticamente a sussurrar…
Mal acabei de falar o médico entrou.
- É normal, menina Gomez! A menina tem a perna partida! – Oh boa… mais nada, não?
Franzi o sobrolho.
- Não fiques assim, isso com fisioterapia fica bem… - Disse o meu pai.
- Sim, o seu pai tem razão!
- Ah! E já agora quando é que me vou embora?
- Menina Gomez, em principio, se tudo correr bem, amanhã!
O médico foi embora, deixando-me a sós com o meu pai.
- Agora tenho de ir, desculpa! Já perdi um emprego por causa disto não quero perder outro! – Exclamou o meu pai com uma voz um tanto ao quanto pessimista.
-Ok, xau pai! – Disse sem reflectir bem no que ele tinha dito.
Ele saiu do quarto deixando-me sozinha.
Espera aí! Perder emprego! Não! Oh não! Fiz o meu pai perder um emprego! Sou mesmo …Agrh! Selena Marie Gomez, só fazes asneira!
Alguém entrou! Alguém que me deixou um sorriso na cara!
-Sel! – Disse Nick completamente entusiasmado, quase a correr até á cama onde me encontrava deitada.
- Nick! – Disse com um leve sorriso na cara.
- Então, estás bem? – Perguntou pegando-me na mão e sentando-se na ponta da cama.
- Sim, estou bem! Só me dói um bocado a perna! E… Obrigada! – Disse com um leve, mas sincero sorriso no rosto.
- Obrigada?! – Disse estranhando o meu agradecimento.
- Sim, obrigada! Obrigado, por estares sempre aqui comigo! – Disse sem nunca tirar o sorriso da cara.
-Como sabes? – Perguntou ele visivelmente intrigado?
-Acredita… Tu não sabes muita coisa! – Disse brincando com ele.
-Ok, eu sei que não sei! – Disse numa gargalhada.
Sorri-lhe… E ficamos a olhar um para o outro o que se tornou um pouco desconfortável.
- Sabes o que aconteceu ao meu pai… no iniciu pareceu-me mais abalado do que agora? – Perguntei, agora já sem o sorriso de antes.
- Hum, o teu pai… - disse com um sorriso maroto. – Digamos que ele encontrou uma ‘’amiga’’ – Disse fazendo as aspas com os dedos.
- Oh My Gosh! Quem é ela? – Disse com um ar, até demasiado, eufórico.
- Não adivinhas, Menina Selena? – Perguntou.
OMG! Já percebi tudo! Pelo menos era a única maneira do Nick saber… O pai deles tinha morrido ao mesmo tempo que a minha mãe… Numa explosão da fábrica onde ambos trabalhavam… Era a mãe de Nick. Fiquei feliz… Assim sabia que o meu pai estava bem entreguem! Ela era muito boa pessoa!
- A tua mãe?! – Acabei por fizer…
- Sim! Eles estão se a dar muito bem… quando a minha mãe me veio aqui trazer no outro dia eles falaram e parece que ficaram muito amigos! – Disse com um sorriso.
Notava-se que Nick estava contente com o novo ‘amigo’ da mãe! Ele queria o melhor para ela… Assim como eu queria o melhor para o meu pai!
-Parece que vamos ser maninhos! – Disse eu com um sorriso na cara.
 
-Ainda bem! A minha mãe sempre se queixou que era a única mulher da casa! Com 4 filhos – Kevin, Joe, Nick e Frankie, o seu irmão mais novo - e um… marido – quando ele disse a última palavra ficou visivelmente destroçado, o sorriso brilhante que lhe enchia a cara desapareceu.
Puxei-me um pouco para cima e passei-lhe a mão no cabelo. Descendo para o seu rosto.
Ele sorriu. Com um sorriso verdadeiro e deu-me um beijo na testa.
- Obrigado! – Disse ele.
- Não tens nada para agradecer! – Exclamei.
Ele abraçou-me e ficou assim durante algum tempo, e garanto, que quem nos visse não pensa-se que éramos namorados mas sim irmãos… Era aquilo que nós parecíamos, e, para mim, isso era bom, muito bom!
Ele afastou-se um pouco.
-Tenho de ir, desculpa! – Disse ele com um ar triste.
-Está bem, não faz mal! – Disse eu esboçando um pequeno sorriso, não totalmente verdadeiro.
Ele beijou-me a testa novamente e saiu.
E lá fiquei eu sozinha… outra vez!
Depressa anoiteceu… não tão depressa para mim… odiava estar sozinha numa cama de hospital. Adormeci. E Quando acordei… estava lá o médico.
- Quando saiu daqui? – Perguntei impaciente.
-Daqui a duas horas o seu pai vem busca-la, menina!
- Ok! – Disse com um ar de desprezo, não total, mas desprezo!
Passaram as duas horas… segundo a segundo.
O meu pai veio-me buscar. E fui para casa... de muletas… ou lá como os médicos dizem…canadianas! Eu era bem Americana!
Abri a porta de casa e…
 
 
 

Digam o que mais e menos gostaram....please

estou: mais/menos, para mais/menos
a ouvir...: Leaving - Jesse McCartney

Domingo, 23 de Agosto de 2009

Capitulo 3

 

Aii! Eu odiava aquilo! Eu odiava sentir-me assim como se ela fosse mais que eu… o que provavelmente era!
- Hey! Não Vão ficar chateadas com isso, pois não? – Disse Hayley preocupada.
-Não – Disse eu e Demi ao mesmo tempo, soltando uma gargalhada. Demi olhou para mim e sorriu.
- Cuidadoooooooo! – Gritou Hayley.
Ouvi um estrondo e deixei de ver, de sentir… como se não existisse. Estava tanto silêncio. Ouvi alguém gritar, parecia Demi, mas era longínquo, como se estivesse a quilómetros de distância. Queria ir ter com ela... não me conseguia mexer, por mais que me esforçasse. Ouvi uma Cirene de Bombeiros, também parecia longínquo, e aquilo assustou-me tal como o grito.
Passou-se um grande, ou nem tão grande mas estar assim era horrível, espaço de tempo praticamente sem sons a não ser gemidos de dor de alguém que eu jurava ser Demi.
Tive a sensação de ser deslocada para outro sítio, se calhar íamos para o hospital… Era o mais provável!
Passados alguns minutos tive a mesma sensação, devia ter chegado… Estavam pessoas a falar, deviam ser médicos ou enfermeiros não reconheci nenhuma voz, apenas ouvi muitas juntas, não percebia grande coisa, nem me esforcei para perceber, se eles estivessem a falar do meu estado, nem queria saber! Preferia ficar na ignorância! Era óptimo, ou nem tanto!
Senti outra vez a sensação de transportação, aquilo era horrível!
Passado algum tempo sozinha, pelo menos acho eu, não ouvia vozes, ouço alguém a falar… O meu pai, reconhecia a sua voz completamente. Não percebia muito bem o que ele dizia, esforcei-me ao máximo. Até conseguir perceber.
- Por favor… Acorda! Se me estás a ouvir, - E ainda bem que estava – por favor, dá-me um sinal! Eu preciso de saber que estás bem! – Disse com voz de choro.
Aquilo fez-me sentir mal, o meu pai estava a …. A chorar…
Fiz um esforço enorme, esforcei-me ao máximo, mas não consegui! Nem sequer mexer a mão!
Sentia-me frustrada… eu não conseguia, não conseguia! Ah! Apetece-me gritar… não estava a conseguir! Sentia-me tão mal!
O meu pai continuou a falar, desta vez não prestei atenção! Eu queria-me mexer! Hgrrrr! Não conseguia, e para além disso sentia-me fraca! Perdi a minha força a tentar mexer um dedo! Que horrível!
Mas continuei a tentar até uma mulher, devia ser a enfermeira, veio chamar o meu pai!
O meu pai foi, senti isso. Senti o quarto, sitio onde devia estar, com um ar pesado! Como se estivesse lá uma multidão, mas apenas estava eu… uma multidão!
Ninguém mais lá apareceu… acho. Pelo menos nesse dia… passou tanto tempo, acho de já era o dia seguinte e eu não me conseguia mexer sequer. Aquilo deixava-me louca. No mau sentido!
Senti alguém entrar, mas pouco depois saiu. Devia ser uma enfermeira, ou um médico. Tanto faz, não me interessava!
Passado cerca de meia hora entrou alguém, que se sentou ao meu lado.
- Filha…. – O meu pai. Oh, não! Estava outra vez com voz de choro.
Ele, hoje, apenas ficou lá, não falou, pelo menos que eu me tenha apercebido.
Senti outra pessoa a entrar.
- Posso entrar, Sr Gomez? – Disse alguém, e eu sabia quem era!
- Oh, por favor Nick, claro que podes! E trata-me por Jesen! – Disse o meu pai, a esforçar-se para não dar nas vistas de que estava a chorar.
- Obrigada!
Sentia-me bem, tinha o meu pai e o Nick á minha beira, fiz o máximo de esforço para me mexer, mas, mais uma vez, em vão!
Eles falavam do meu estado, aquilo era péssimo!
Não prestava atenção, apenas reparei que a meio de uma frase o meu pai disse: ‘… Tenho medo de a perder, já foi mau o suficiente ter perdido a mãe dela…’ e depois o Nick disse qualquer coisa como: ‘ Não se preocupe, ela não está assim tão mal…’. Ao menos isso!
A chata da enfermeira veio lá chama-los, desta vez reconheci que era uma mulher…
Eles saíram…
Os dias foram passando, lentamente… estiveram lá O Joe, o Kevin e a Dani, O meu pai foi lá todos os dias, assim como o Nick… Também esteve lá a Demi, nem dá para acreditar que o estúpido do Trace não foi visita-la ao hospital nos dois dias que ela esteve internada, que nojo! Pelo que ela disse o Joe esteve sempre com ela, fiquei feliz por ela… Foi giro ouvi-la falar do Joe, parecia estar apaixonada. Também soube que a Hayley é que estava pior e que a família dela não deixava Demi aproximar-se, por acharem que ela tinha a culpa! Nunca imaginei que os pais da Hayley fossem assim! Mesmo!
 
Desculpem ser pequeno mas como disse ando com falta de imaginação!
Digam o que mais e o que menos gostaram, por favor!
estou: cansada
a ouvir...: Tell me something i don't know - selena Gomez

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